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Há 26 anos o Chevrolet Vectra de primeira geração moderniza o segmento dos modelos médios aqui no Brasil

Quando o Vectra A chegou ao mercado brasileiro em 1993, trouxe novidades e tecnologias encontradas somente em veículos de classe superior

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Por Anderson Nunes


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Chevrolet Vectra CD, linhas contemporâneas, muito conforto e ótima aerodinâmica, o modelo modernizou o segmento dos veículos médios no Brasil no início dos anos de 1990

Chevrolet Vectra CD, linhas contemporâneas, muito conforto e ótima aerodinâmica, o modelo modernizou o segmento dos veículos médios no Brasil no início dos anos de 1990

Para muitos fãs e admiradores da Chevrolet, os anos de 1990 a 2000 foram a época de ouro da marca aqui no Brasil. Foi durante esse período que a empresa renovou toda a sua gama de modelos, partindo de projetos oriundos da sua então subsidiária alemã, a Opel. Nessas duas décadas a GM do Brasil se notabilizou por oferecer modelos que estavam em sintonia com seus similares europeus, tanto no tocante a visual como de aparatos tecnológicos. Um dos modelos que representou bem essa fase áurea foi a primeira geração do Vectra, comumente chamada pelos entusiastas de Vectra A.

Estética elaborada foi pensada a colaborar com a aerodinâmica, caso dos vidros rentes à carroceria e as maçanetas embutidas

Estética elaborada foi pensada a colaborar com a aerodinâmica, caso dos vidros rentes à carroceria e as maçanetas embutidas

Os estudos para o substituto do Opel Ascona (no Brasil nosso Chevrolet Monza), tiveram início em meados dos anos de 1980. O fabricante de Rüsselsheim desejava transmitir uma imagem dinâmica e de alta tecnologia. Uma consulta ao instituto Manfred Gotta, na cidade de Banden-Baden, apontou o nome Vectra, derivado da palavra inglesa vector, ou simplesmente vetor, como adequada para batizar o novo veículo.

A roda de liga leve, com desenho exclusivo na versão CD, deixava o visual mais elegante

A roda de liga leve, com desenho exclusivo na versão CD, deixava o visual mais elegante

O Opel Vectra fez sua estreia no Salão de Paris de 1988, meses após a renovação do VW Passat e do lançamento do Peugeot 405, alguns dos seus concorrentes na Europa, outros eram o Ford Sierra, Renault 21 e Citroën BX, modelos já com um certo tempo de estrada. Comparado ao irmão Ascona, o Vectra surpreendia pelas linhas arredondadas e suaves. Também chamada a atenção o cuidado aerodinâmico, com um Cx de 0,29 ainda hoje um valor expressivo para o seu porte.

– O atestado de originalidade é a etiqueta fixada na tampa do porta-malas com o nome da cor e o seu respectivo código

O atestado de originalidade é a etiqueta fixada na tampa do porta-malas com o nome da cor e o seu respectivo código

LEQUE DE OPÇÕES

Como é comum na Europa, o Vectra foi oferecido com uma ampla gama de versões e motores. Havia duas opções de carrocerias – uma de quatro portas (três volumes) e cinco portas (hatchback, nunca oferecido no Brasil). A linha de motores compreendia o 1,6 litro de 82 cv, o 1,8 de 90 cv, o 2,0 de 115 cv (todos de oito válvulas), o 2,0 de 16 válvulas e 150 cv, e o 1,7 diesel de origem Isuzu de 57 cv. Até meados de 1990 também foi oferecido uma versão 2,0 litros de 129 cv, potência alcançada devido à ausência do conversor catalítico.

Mimos para os ocupantes dianteiros, na versão CD, os bancos contavam apoio e regulagem lombar

Mimos para os ocupantes dianteiros, na versão CD, os bancos contavam apoio e regulagem lombar

O catálogo de versões oferecia os modelos Base, LS, GL, GLS, CD e GT. As versões mais simples eram produzidas na unidade de Luton, Inglaterra, pela Vauxhall, enquanto os modelos topo saíam da linha de montagem da Opel, em Rüsselsheim. Um adendo é que a marca inglesa manteve o nome Cavalier do seu antecessor. Na Austrália a subsidiária Holden produziu o modelo com o nome Vectra desde o início.

Outra boa novidade que o Vectra trouxe para o segmento dos carros médios, banco traseiro escamoteável que liga o porta-malas ao habitáculo

Outra boa novidade que o Vectra trouxe para o segmento dos carros médios, banco traseiro escamoteável que liga o porta-malas ao habitáculo

A versão mais potente foi inicialmente batizada de 2000 16V, trazia debaixo do capô o motor de 2,0 litros de 150 cv, que podia fazer o sedã atingir velocidade máxima de 220 km/h e atingir o 0 a 100 km/h em 8,5 segundos. Externamente adicionava adereços aerodinâmicos, rodas de 15 pol e grade com desenho exclusivo. Como opção à tração dianteira era oferecida a tração integral para os motores de 2,0 litros, além da suspensão traseira independente em vez de eixo de torção.

Painel completo e que lembra o do Ômega, prima pela praticidade e facilidade de acesso aos comandos

Painel completo e que lembra o do Ômega, prima pela praticidade e facilidade de acesso aos comandos

Sobre a tração nas quatro rodas vale destacar que o Vectra foi o primeiro automóvel de passageiros Opel disponível com sistema de fábrica A ll - W heel - D rive [C1] (AWD). Desenvolvido em cooperação com a empresa austríaca Steyr-Daimler-Puch, o sistema apresentava um acoplamento viscoso que permitia distribuição de potência variável ao eixo traseiro de acordo com as condições de condução e estrada.

Para o motorista, conforto total: tanto o volante como o banco possui regulagem de altura, facilidades para uma melhor posição de dirigir

Para o motorista, conforto total: tanto o volante como o banco possui regulagem de altura, facilidades para uma melhor posição de dirigir

Após apenas 30 meses, em abril de 1991, o milionésimo Vectra deixava a linha de montagem. O contínuo desenvolvimento da linha de modelos também dava ao modelo da Opel vantagens frente à concorrência. A partir de junho de 1992 o Vectra foi o único carro de sua classe na Europa a trazer de fábrica o ABS como sistema padrão e, no salão de Paris daquele ano o modelo ganhou um visual repaginado, com uma inclusão de uma nova grade, para-choque dianteiro e lanternas traseiras. No tocante à segurança havia agora os pré-tensores do cinto de segurança e barra de proteção contra impactos laterais nas portas.

Itens de segurança, comandos de luzes de nevoeiro na dianteira e traseira, além da regulagem do facho dos faróis

Itens de segurança, comandos de luzes de nevoeiro na dianteira e traseira, além da regulagem do facho dos faróis

Os airbags foram disponibilizados a partir de 1993. Em maio desse ano aparecia o luxuoso Vectra CDX V6, o primeiro modelo médio da Opel a oferecer um motor de seis cilindros. Era equipado com o motor 2,5 litros de 24 válvulas, 170 cv e 23 m.kgf de torque. Acoplado ao motor estava a transmissão manual de cinco marchas e o controle de tração, que fazia o modelo atingir os 230 km/h e fazer de 0 a 100 km/h em 8,5 segundos.

O conhecido motor 2,0 litros Família II, conciliava bom desempenho e economia de combustível, potência de 116 cv e torque de 17,3 m.kgf, consumo médio de 11,5 km/l

O conhecido motor 2,0 litros Família II, conciliava bom desempenho e economia de combustível, potência de 116 cv e torque de 17,3 m.kgf, consumo médio de 11,5 km/l

Para o final de 1993, surgia o Vectra Turbo 4x4, que trazia o motor 2,0 16V com 204 cv de potência e 28,5 m.kgf de torque a apenas 2.400 rpm, vigor este alcançado pelo emprego de um turbocompressor da marca KKK e resfriador de ar. O conjunto permitia ao sedã acelerar de 0 a 100 km/h em 6,8 s e atingir velocidade de 240 km/h. Entre os diferencias apresentava rodas de 16 pol com pneus 205/50, tração integral, câmbio manual de seis marchas e acabamento esportivo.

Para agilizar a produção do Vectra aqui no Brasil, a GM optou por trazer algumas peças de fora, caso dos faróis Made in German

Para agilizar a produção do Vectra aqui no Brasil, a GM optou por trazer algumas peças de fora, caso dos faróis Made in German

As lanternas também são importadas, neste caso são Made in England, da ex-subsidiária Vauxhall

As lanternas também são importadas, neste caso são Made in England, da ex-subsidiária Vauxhall

Os passageiros do banco de trás contam com um amplo espaço, proporcionado pela boa distância entre-eixos de 2,60 metros, outro diferencial eram os cintos de segurança de três pontos para os ocupantes das extremidades

Os passageiros do banco de trás contam com um amplo espaço, proporcionado pela boa distância entre-eixos de 2,60 metros, outro diferencial eram os cintos de segurança de três pontos para os ocupantes das extremidades

Porta-malas surpreendia pela capacidade de 530 litros, com o banco totalmente escomoteado, podia atingir 840 litros

Porta-malas surpreendia pela capacidade de 530 litros, com o banco totalmente escomoteado, podia atingir 840 litros

A última atualização já antecipava o futuro. Em meados de 1994, o Vectra CDX foi apresentado com um novo motor ECOTEC de quatro cilindros 2,0 litros de 16V e 136 cv, que também seria utilizado no sucessor, o Vectra B. Neste momento em seu sétimo ano de produção, o Vectra A era o número 2 no número de vendas na Europa. Quando foi substituído em 1996, já haviam sido vendidos cerca de 2,5 milhões de unidades, tornando-o o carro médio de maior sucesso da época.

No console central os comandos de ventilação, o prático e útil computador de bordo, tudo fácil e intuitivo

No console central os comandos de ventilação, o prático e útil computador de bordo, tudo fácil e intuitivo

Os instrumentos de fácil leitura tinham o desenho inspirado no do Ômega, além de um sistema de verificação de partes do veículo como faróis, espessuras das pastilhas e de diversos fluidos.

Os instrumentos de fácil leitura tinham o desenho inspirado no do Ômega, além de um sistema de verificação de partes do veículo como faróis, espessuras das pastilhas e de diversos fluidos.

O cuidado aerodinâmico chegou até mesmo nos contornos do vidro dos faróis, tudo para atingir um coeficiente de resistência ao ar de apenas 0,29

O cuidado aerodinâmico chegou até mesmo nos contornos do vidro dos faróis, tudo para atingir um coeficiente de resistência ao ar de apenas 0,29

PASSAPORTE BRASILEIRO

Se no continente Europeu o Ascona após três gerações despediu-se do mercado em 1988, no Brasil a situação era completamente oposta. O Monza, modelo líder de vendas de 1984 a 1986, mantinha-se à frente entre os médios mais vendidos no início da década de 1990, ainda conseguia manter e ganhar novos fãs e admiradores, pessoas estas que nem cogitavam ver o sedã da GM fora de produção. A opção encontrada pela General Motors do Brasil foi posicionar aqui o Vectra em categoria superior, mantendo o Monza em um patamar inferior de versões.

Em setembro de 1993 era apresentado o Chevrolet Vectra Made in Brazil, depois de 18 meses de intensos trabalhos e testes para adaptá-lo às condições climáticas e de solo brasileiro. Essa corrida para colocá-lo no mercado em tão pouco tempo valeu-se de uma estratégica: cerca de 35% dos componentes, incluindo os painéis de carroceria, eram importados da Europa e armados na unidade da GM em São Caetano do Sul. Já o motor, transmissão, suspensões e acabamentos eram produzidos localmente. Entretanto esse ganho de tempo gerou uma ressalva, o sedã acabou chegando com valores mais altos do que o previsto: seu preço estava mais próximo ao do Ômega que do Monza.

Todavia o maior valor da etiqueta de preço era compensado pelas qualidades, tais como o estilo moderno e da ótima aerodinâmica, além de agradar pelo espaço interno (entre- eixos de 2,60 m, 3 cm a mais do que no Monza) e do porta-malas com excelentes 530 litros, 10 a mais do que no Ômega, modelo 30 cm mais longo.

Outras boas novidades apresentadas eram o porta-luvas climatizado pelo ar-condicionado (popularmente conhecido como “geladeirinha”), computador de bordo com sete funções, cinto de segurança de três pontos com regulagem de altura para os passageiros das extremidades do banco de traseiro, fechamento dos vidros pela fechadura da porta e destravamento automático das portas em caso de colisão, conjugado à ativação do pisca-alerta e da luz interna.

Alguns itens eram exclusivos da versão superior, a CD, caso do ajuste do apoio lombar dos bancos dianteiros e volante de três raios revestido em couro. Outra inovação eram as barras de proteção nas portas, coube ao Vectra a primazia de oferecer tal equipamento de segurança em carros nacionais. Os freios a disco nas quatro rodas estavam presentes em todas as versões. O controle elétrico dos vidros contava com a função um-toque e sensor antiesmagamento nas quatro portas, já os retrovisores traziam desembaçador, nas versões CD e GSI contava também com faróis de neblina de superfície complexa e ajuste elétrico dos fachos dos faróis principais.

Internamente os bancos eram revestidos em tecido nas cores cinza titânio – grafite (GLS e CD); grafite (GSI). O catálogo de cores era variado com os seguintes tons: Vermelho Bach, Preto Liszt, Branco Mahler, Prata Argentina, Cinza Haendel, Verde Vivaldi, Bege Schubert, Vermelho Schumann e Azul Strauss.

Nos modelos Vectra GLS e CD, o propulsor disponível era o conhecido 2,0 litros de oito válvulas e 116 cv a 5.200 rpm, torque de 17,3 m.kgf a 2.800 rpm. Esse trem de força era o mesmo utilizados nos Ômega e Suprema GLS, só que em posição transversal. O sistema de injeção multiponto digital era o Bosch Motronic M.1.5, integrado à ignição e dotado de sensor de oxigênio, e tinha como vantagem ser mais moderno que o Rochester TBI (monoponto) e o Bosch LE-Jetronic (multiponto) empregados no Monza e no Kadett GSi. Beneficiado pela ótima aerodinâmica, essas versões do Vectra atingiam velocidade máxima de 197 km/h, faziam de 0 a 100 km/h em 10,8 segundos. Consumo também agradava, sendo 10,5 km/l em condições urbanas e 15,5 km/l na estrada a 100 km/h, segundo testes de revistas de época.

REFINAMENTO TÉCNICO

Para a versão CD havia a opção de transmissão automática Aisin-Warner de quatro marchas, com controle eletrônico e seleção entre três programas de funcionamento (normal, esportivo e de inverno), como na Hydramatic do Omega. Sua quarta marcha direta (1:1) representava redução de ruído em longas viagens, já que o trem de engrenagens epicicloidais ficava sem ação nessa marcha. Havia também bloqueio do conversor de torque em terceira e quarta marcha. Como elemento original de fábrica, os modelos GLS e CD eram equipados com a transmissão manual de cinco marchas espaçadas – wide ratio -, em que velocidades normais de viagem – 100 km/h, por exemplo, eram atingidas à baixa rotação do motor, cerca de 2.500 rpm.

Opel Vectra com o desenho original de 1988 surpreendia pelo visual “limpo” e apresentava diversas evoluções mecânicas e construtivas em relação ao antecessor, Ascona

Opel Vectra com o desenho original de 1988 surpreendia pelo visual “limpo” e apresentava diversas evoluções mecânicas e construtivas em relação ao antecessor, Ascona

Nos mercados europeus a Opel ofereceu também a carroceria hatchback de cinco portas, aqui exemplificada pela versão esportiva GT

Nos mercados europeus a Opel ofereceu também a carroceria hatchback de cinco portas, aqui exemplificada pela versão esportiva GT

Já o esquema de suspensão era similar ao utilizado no Monza, mas com progressos: a dianteira possuía subchassis e geometria mais refinada, com ângulo de articulação dos braços triangulares que evitava o efeito antimergulho nas freadas. Nos modelos GLS e CD as rodas eram de liga leve cobertas com pneus 185/65 R14. O sistema de freio era a disco nas quatro rodas de fábrica e na CD era padrão o sistema de freio antibloqueio (ABS).

Em 1992 a Opel promovia uma leve atualização estética no Vectra, a novidade era a adoção do motor 2,0 litros turbo, de 204 cv, velocidade máxima de 240 km/h

Em 1992 a Opel promovia uma leve atualização estética no Vectra, a novidade era a adoção do motor 2,0 litros turbo, de 204 cv, velocidade máxima de 240 km/h

A primeira geração do Vectra ficou em produção dois anos e meio sem alterações, mesmo com a chegada de concorrentes como o nacional Fiat Tempra Turbo, ou os importados, como exemplo, o Ford Mondeo trazido da Bélgica. As vendas no início foram tímidas, já que havia dentro de casa a concorrência com o Monza e Ômega. Em meados de 1995 as revistas especializadas já divulgavam que a GM trabalhava no sucessor do seu tricampeão de vendas. Isso confirmado em abril de 1996 com o lançamento do Vectra B, lançado seis meses antes na Europa. Com a chegada do Vectra de segunda geração, o Monza despediu-se da linha de montagem em 21 de agosto daquele ano. O novo Vectra escreveu um novo capítulo da GM aqui no Brasil. Tanto Vectra B como o GSi serão temas que iremos abordar com mais informações em edições futuras.

- O motor C20LET, turbocompressor KKK, pistões forjados Mahle, unidade de controle eletrônico Bosch Motronic M2.7

O motor C20LET, turbocompressor KKK, pistões forjados Mahle, unidade de controle eletrônico Bosch Motronic M2.7

Em 1993 o Vectra aporta no Brasil, três versões de acabamento, dois motores de 2,0 litros, índice de nacionalização de 60%

Em 1993 o Vectra aporta no Brasil, três versões de acabamento, dois motores de 2,0 litros, índice de nacionalização de 60% ​​​​​​​

NOVO COLECIONÁVEL

Produzido por um curto período de tempo, o Chevrolet Vectra de primeira geração ainda não despertou o interesse de colecionadores de automóveis, como se diz no jargão – “Não entrou no radar”. Por isso ainda é possível encontrar modelos à venda por preços condizentes, uma ótima opção para quem tem interesse em ingressar no universo do antigomobilismo. O modelo que ilustra nossa reportagem ilustra bem esse panorama. Trata-se de um Chevrolet Vectra CD 1994, na cor azul Strauss, de propriedade do comerciante Anderson Braz, 36 anos, da cidade de Jacareí (SP).

Anderson, que foi dono de outros Vectras de primeira geração, diz que admiração por esse modelo começou quando seu pai retirou um Vectra A zero da concessionária. “Essa primeira geração do Vectra me marcou porque meu pai possui um. Estava há tempos em busca de um para comprar e encontrei esse em bom estado, com poucas coisas para arrumar”, diz o comerciante.

que o carro chegou em suas mãos foi somente necessário fazer uma revisão completa na parte mecânica, pois a carroceria estava bem conservada e a pintura ainda é original. A única concessão efetuada foi a adoção de um aparelho de som mais moderno comprado em uma concessionária Chevrolet, que se integrou bem no painel e não tirou a harmonia do conjunto.

Mesmo sendo um veículo de 25 anos, o comerciante elogia o conjunto mecânico, conforto ao rodar e o silêncio abordo. “É um carro muito gostoso para se dirigir, o ar-condicionado refrigera bem o interior e deixa o Vectra ainda mais confortável”, salienta.

Esses espaços estão corretos, fazem parte do nome oficial do sistema?

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